Acompanhando todo o evento do UFC 148, no qual Anderson Silva prometia (e cumpriu!) derrotar Sonnen, percebi o quão evidente esse tipo de esporte esclarece que grande massa muscular nem sempre significa vitória fácil. Esse raciocínio poderia ser lógico, pois é um esporte com importante característica de força, mas o que se viu, principalmente nas lutas preliminares, foi os lutadores com grande massa muscular e definição corporal terem trabalho contra os adversários mais esguios.
O tamanho do músculo é o resultado da quantidade de proteínas contráteis dentro da célula muscular, e seu conteúdo líquido (normalmente com funções metabólicas e energéticas). A força é a soma da característica da célula e da coordenação dos neurônios no recrutamento dessas células. Seu cérebro precisa aprender a colocar suas fibras musculares para trabalhar, e o treinamento torna essa relação mais perfeita de acordo com os estímulos.
Levando essas informações para o treinamento, seja na academia ou outros ambientes com carga (corridas em subidas, sprints no ciclismo e deslocamentos com resistência), o tamanho do músculo será afetado pela “carga” e pequenos descansos, enquanto a força será priorizada também com “carga alta”, mas descansos mais longos. O resultado será afetado pela forma como essas variáveis estão relacionadas na sessão de treino e distribuídas ao longo do tempo, e a melhor pessoa para fazer isso é o profissional de Educação Física, que domina informações sobre fisiologia do exercício e periodização do treinamento.
Foco, intensidade alta e descanso, não esqueça dessa relação.
vi no Brunno Elias
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