O melhor “lubrificante social” é uma bebida, um drink inocente fazendo parceria com as mais variadas situações sociais. A presença do álcool nesses momentos (e em vários outros) é irrevogável, e suas manifestações no organismo estão bem esclarecidas cientificamente.
Para a pergunta mais óbvia, uma resposta curta: a bebida alcoólica atrapalha a adaptação do organismo ao treinamento físico. Se sua fase de periodização conta com alta intensidade e você alcança importante nível de fadiga, a bebida deve estar fora da sua dieta. Outro posicionamento que elimina o consumo é a redução de gordura corporal. A ingesta do álcool vai atrasar os resultados.
Isso acontece porque a partir de uma dose de álcool o organismo passa a queimar menos gordura como fonte energética, apesar de manter o metabolismo energético normal. Quando é ingerido, o álcool é absorvido no estômago e no intestino delgado, quando passa para a circulação sanguínea.
O organismo elimina uma parte intacta (o que acontece na razão de 0,7% na respiração e 0,4% na urina e suor) e vai quebrar a maior parte para gerar energia no fígado. Por ocupar a capacidade metabólica do órgão, todos os outros processo serão lentificados (quebra de gordura, glicogênio e metabolismo de fármacos). E os efeitos são proporcionais à ingesta: quanto mais álcool entrar, mais problemático será o comportamento do fígado.
Apesar de benefícios, como a vasodilatação para cuidar das artérias e do coração, não existem níveis de recomendação, mas sim de segurança (150ml de destilados ou 300ml de fermentados por dia). A ingesta de bebidas alcoólicas deve respeitar os objetivos do treinamento físico, pois apresentará clara limitação nos resultados. Isso não é uma sugestão de suspensão do consumo, mas sim um pedido para o consumo consciente.
Treine pesado, mantenha o foco e beba com moderação!
vi no Brunno Elias
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